Você já se frustrou com uma terapia que prometia resultados rápidos e não entregou? Escolher terapia cognitiva exige cuidado para evitar equívocos que comprometem o processo. Neste artigo, esclarecemos os erros mais frequentes e como evitá-los, para que você tome uma decisão consciente e alinhada às suas necessidades.
O erro de achar que toda terapia cognitiva é igual
A terapia cognitiva não é um método único. Existem variações como a terapia cognitivo-comportamental (TCC), a terapia cognitiva baseada em mindfulness e a terapia cognitiva de regressão. Cada uma tem foco e técnicas distintas. Por exemplo, a TCC trabalha pensamentos e comportamentos atuais, enquanto a regressão explora origens emocionais. Escolher sem entender essas diferenças pode levar a resultados insatisfatórios. O ideal é buscar um profissional que explique claramente a abordagem e avalie se ela se adequa ao seu caso.
Ignorar o vínculo terapêutico ao escolher terapia cognitiva

Muitas pessoas escolhem um terapeuta apenas pelo preço ou pela localização, sem considerar a relação de confiança. Estudos mostram que o vínculo entre terapeuta e cliente é um dos principais preditores de sucesso na terapia. Se você não se sente acolhido ou seguro, o processo pode ser menos eficaz. Antes de iniciar, converse com o profissional, tire dúvidas e perceba se há empatia. Um bom terapeuta respeita seu ritmo e não faz promessas irreais.
Esperar resultados imediatos da terapia cognitiva
A terapia cognitiva não é uma solução mágica. Ela exige engajamento, prática e tempo. Alguns problemas, como ansiedade ou fobias, podem apresentar melhora em algumas semanas, mas questões mais profundas, como traumas ou bloqueios emocionais, demandam mais sessões. Desconfie de profissionais que garantem cura em número fixo de encontros. O progresso é gradual e individual.
Não verificar a formação do profissional em terapia cognitiva

Infelizmente, o mercado tem pessoas que se autointitulam terapeutas sem formação adequada. No Brasil, a hipnoterapia e a terapia cognitiva não são regulamentadas como especialidades médicas, mas é essencial que o profissional tenha formação em psicologia, medicina ou áreas afins, além de certificação específica. Pergunte sobre a formação, a abordagem e se ele segue um código de ética. Um profissional responsável não diagnostica nem substitui acompanhamento médico ou psiquiátrico.
Escolher terapia cognitiva apenas pela técnica, ignorando a abordagem integrativa
Algumas terapias cognitivas são muito focadas em técnicas, como reestruturação cognitiva, mas ignoram aspectos emocionais e corporais. Uma abordagem integrativa, como a oferecida na Comotta, combina TCC, hipnose clínica, regressão e mindfulness, respeitando a individualidade de cada pessoa. Isso permite trabalhar não só os pensamentos, mas também as emoções e as raízes dos problemas. Ao escolher, avalie se o profissional considera você como um todo.
Não alinhar expectativas com a realidade da terapia cognitiva

Muitos entram na terapia esperando que o terapeuta resolva tudo, mas o processo é colaborativo. Você precisa estar disposto a se expor, fazer tarefas entre as sessões e refletir sobre seus padrões. Se não houver esse compromisso, os resultados podem ser limitados. Converse abertamente sobre suas expectativas na primeira sessão e ajuste-as conforme necessário.
Desistir cedo demais da terapia cognitiva
É comum sentir desconforto no início da terapia, ao confrontar questões dolorosas. Algumas pessoas abandonam após poucas sessões, achando que não funciona. No entanto, a melhora muitas vezes vem depois de superar essa fase. Dê tempo ao processo e comunique suas dificuldades ao terapeuta, que pode ajustar a abordagem.
Perguntas frequentes
Qual a diferença entre terapia cognitiva e TCC?

A terapia cognitiva é um termo amplo que inclui várias abordagens focadas em pensamentos e crenças. A TCC é uma das mais conhecidas, combinando técnicas cognitivas e comportamentais. Outras variações, como a terapia cognitiva baseada em mindfulness, têm ênfase diferente.
Quantas sessões de terapia cognitiva são necessárias para ver resultados?
Não há um número fixo. Depende do problema, da sua dedicação e da abordagem. Algumas pessoas notam mudanças em 4 a 6 sessões; outras precisam de mais tempo. O importante é avaliar o progresso com o terapeuta.
Terapia cognitiva funciona para ansiedade e insônia?

Sim, é uma das abordagens mais estudadas para esses casos. A TCC, por exemplo, é eficaz para transtornos de ansiedade e insônia. Mas cada caso é único, e o tratamento deve ser personalizado.
Se você está considerando terapia cognitiva, agende uma sessão de mapeamento na Comotta para entender se a abordagem faz sentido para o seu caso. Converse pelo WhatsApp e tire suas dúvidas.

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